| |
Conheça
a história do Maranathá
Em
1996, Deus começou a suscitar em nossa Paróquia, através
da Renovação Carismática Católica, vários
jovens com problemas de drogas, ao grupo de oração
"CorJesu". Diante deste fato ficamos preocupados, pois
não sabíamos como agir. Então, paramos para
orar em um final de semana, e sentimos em nosso coração
que Jesus nos pedia para assumir esta missão e que não
temêssemos, pois sempre estaria conosco e iria realizar uma
grande obra através de nós. E confirmou na palavra
de Deus, em Lc 1, 46-55; Mc 16, 14-18; Sl 17.
O
Senhor confirmava a cada dia que era Ele que estava a frente desta
obra, pois, vários foram restaurados e libertos. Como continuavam
a surgir várias pessoas, sentimos a necessidade de criarmos
um grupo de partilha aos domingos em paralelo ao grupo de oração.
Fomos procurar também alguns grupos que já tinham
um trabalho específico com dependentes químicos, porém
não era o que estávamos precisando.
O
Senhor continuou a nos mostrar caminhos. Um dos nossos irmãos
de caminhada, recaiu, e ficamos sabendo de uma casa de recuperação
de dependentes químicos em Guará, SP. Para lá
o enviamos e posteriormente muitos outros. E através deles
ficamos sabendo de um trabalho chamado "MARANATHÁ",
que era realizado na comunidade Emaús, Lorena, SP.
Ficamos
interessados e para lá fomos participar de um retiro, levando
conosco primeiramente sete rapazes, e na segunda oportunidade mais
outros trinta, e posteriormente quinze mulheres.
A
procura por ajuda crescia a cada dia. Conversamos, então
com a coordenadora da Renovação Carismática
no Vicariato Norte, e pedimos autorização de um encontro
do Maranathá no Rio de Janeiro, o que foi prontamente autorizado.
Comunicamos também ao nosso Pároco, na época,
Padre Dionísio, e dele recebemos todo o apoio. Nos dias 31
de outubro, 1 e 2 de novembro de 1997, foi realizado o1º Maranathá
masculino do Rio de Janeiro. Alguns acharam uma idéia utópica,
porém outros acreditaram e nos apoiaram. A resposta de Deus,
no entanto, foi maravilhosa, pois muitos foram curados e libertos,
sem a necessidade de tratamento profissional ou internação,
curados somente pela misericórdia de Deus.
Após
o 1º retiro, o Maranathá se tornou um grupo de partilha
e perseverança às 2ª feiras. No dia 22 de março
de 1999 o Maranathá se tornou um grupo de oração
da Renovação Carismática Católica (RCC),
que continua se reunindo às 2ª feiras.
No
dia 10 de Dezembro de 2001, o Maranathá se tornou uma comunidade
Católica, estabelecida na rua José Veríssimo,
48 no Méier. No dia 21 de Dezembro de 2001 a Comunidade Maranathá
inicia oficialmente suas atividades através de uma Santa
Missa celebrada por Padre Pedro scj.
Hoje
fazemos um trabalho de perseverança e crescimento espiritual
junto com todos que participam de Maranathás, sendo eles:
Retiros
da RCC: Experiência de Oração, Aprofundamento
da Experiência de Oração, Dons e Carismas, Aprofundamento
de Cura, Escola Paulo Apóstolo, Cursos de Crescimento na
Fé na Casa de Marta e Maria.
Visitação
aos lares com a imagem de Nossa Senhora para oração
do terço e um grupo que se reúne para a prática
do futebol.
Encaminhamos
aqueles que necessitam de internação para o CREDEC
– Centro de Recuperação de Dependentes Químicos,
em Campo Grande - RJ.
Temos
um trabalho com assistente social, que encaminha para recolocação
no mercado de trabalho, cursos, atividades esportivas, retirada
de documentos, etc, e um trabalho com psicóloga para aqueles
que necessitam de um acompanhamento diferenciado
|
|
| |
Utilizando
uma pedagogia adequada aos participantes, por meios de músicas,
palestras, testemunhos, debates, orações, partilhas,
encenações, lazer e acolhimento fraterno, é anunciado
Jesus Cristo, o seu mistério, sua vida, seus milagres, sua
doutrina, Paixão, Ressurreição e Ascensão.
É também apresentada a Igreja, seu Corpo Místico,
continuadora de Sua presença "Sacramento universal da
salvação" dos homens.
São analisados e debatidos os problemas mais cruciais: namoro,
sexo, casamento, aborto, divórcio, drogas, problemas familiares,
etc; tudo dentro da "sã doutrina" católica,
de acordo com Catecismo da Igreja Católica. |
|